O Impacto do Querosene de Aviação nas Viagens Corporativas de 2026

Em abril de 2026, a Petrobras elevou o preço do QAV (Querosene de Aviação) em 55%. Para quem trabalha com mobilidade corporativa, essa notícia tem implicações diretas e imediatas na operação.

O combustível representa aproximadamente 40% dos custos operacionais de uma companhia aérea. Quando sobe, as companhias não absorvem o impacto; e uma das formas como repassam é reduzindo a oferta.

O que está acontecendo agora:

As companhias aéreas brasileiras já programaram o cancelamento de aproximadamente 2 mil voos em maio de 2026, o que equivale a uma redução de 10 mil assentos por dia na malha nacional. Segundo dados da ANAC, essa é a resposta direta ao aumento do combustível.

Menos voos significam: voos mais lotados, tarifas mais voláteis e disponibilidade escassa. Se você precisa de um assento para uma viagem importante, a antecedência deixa de ser uma recomendação e passa a ser uma necessidade.}

O impacto na sua gestão de viagens:

Quando a malha encolhe, o tempo vira moeda. Cada minuto de atraso em uma decisão de compra pode significar a diferença entre conseguir o voo ou não. Políticas que exigem múltiplas aprovações ou análises prévias longas se tornam um obstáculo real à operação.

A disponibilidade agora é o ativo mais valioso. Não é mais sobre a tarifa mais barata; é sobre garantir que o colaborador consiga embarcar.

O que fazer?

Antecipar compras, priorizar rotas críticas e garantir que sua política de viagens permita decisões rápidas. O mercado está em movimento. Sua estrutura interna precisa acompanhar essa velocidade.

A Tour House segue acompanhando as atualizações do cenário para te manter informado.